Objetivo do Blog

Objetivando a transparência do serviço público para que toda a população tenha acesso às atividades desenvolvidas no Setor de Pessoal, que visam o registro das ocorrências da ficha funcional dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação – SMEd Cachoeira do Sul.

"A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos que apenas conseguem identificar o que os separa e não o que os une".
Milton Santos

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Reunião com os Monitores Portaria 1183/2015

MONITOR

Quinta-feira (dia 13 de agosto)
Horário: 9 horas
Local: UAB (Curva da Rua Júlio de Castilhos) sala 2

Descrição sintética: Sob supervisão direta, participar das atividades que ofereçam às crianças condições adequadas de segurança física e emocional, higiene, alimentação e sociabilidade, de acordo com a faixa etária e/ou fase evolutiva.

Descrição analítica: Recepcionar diariamente as crianças; trocar fraldas; encaminhá-las ao banheiro; dar alimentação, cuidar da higiene das crianças ; manter limpa e organizada a sala ou ambiente de trabalho, dispensar atenção individual a cada criança, desenvolver atividades que auxiliem a criança a agir, falar, criar, promovendo o desenvolvimento físico e intelectual da mesma, estimular a criança nos seus aspectos cognitivos, afetivos e psicomotores, de acordo com a sua fase evolutiva, participar de reuniões, estudos e cursos de aperfeiçoamento que forem propostos, executar outras tarefas afins.

Franciele Simon
Ricardo Aires Ilha
Claudia Helena Soares Linhares Guterres
Giana de Moraes Lasta
Marzele Amanda da Silva Lopes
Andressa Maciel da Rosa
Willian Paz Ozório
Maira Strojaki
Nicholas Silva da Silva
10ª Andrea Lovato de Vargas
11ª Aline Silva de Oliveira
12ª Simone Bedrow da Cruz
13ª Eduardo valmor Diehl
14ª Fabian Ribeiro Zottele
15ª Tássia Mello Seckler
16ª Luciana Freitas
17ª Catiane da Silva Dorneles
18ª Daiana Larger Ellwanger
19ª Pedro Alexandre Aragão de Oliveira
29ª Pedro Pereira dos Santos
42ª Manuela Cavalheiro Machado

Transporte Escolar beneficia mais de 2 mil estudantes do interior de Cachoeira do Sul



Texto: José Luís Zasso. Fotos: José Luís Zasso e Patrícia Miranda. Edição: Patrícia Miranda – Oitava reportagem da Série “Educação – Um novo mundo é possível”
Atendendo estudantes da rede pública básica de ensino, em escolas municipais e estaduais, o transporte escolar oferecido de forma gratuita pela Secretaria Municipal da Educação (SMEd), seja com veículos próprios ou com transportadores terceirizados beneficia 2113 alunos do município. São ao todo onze veículos próprios e 44 linhas terceirizadas. A idade média da frota da SMEd, que em 2009 era de 19,1 anos, vem caindo gradativamente e já está em 10,6 anos, oferecendo veículos mais novos e confortáveis aos estudantes.
Esse esforço se dá graças ao entendimento consagrado com a Constituição de 1988, a partir do princípio de que o acesso e a permanência na escola devem ser disponíveis a todos, e o transporte escolar é um dever do Estado. Em Cachoeira, com base na Lei Municipal 3952/2010, o transporte é garantido aos alunos da área rural cujas residências estão localizadas a uma distância mínima de dois quilômetros da escola, e em caráter excepcional, o transporte escolar pode ser disponibilizado até a residência dos alunos, devidamente atestado pelos serviços de saúde do Município, por motivos de doença ou para alunos com deficiência.
Recursos e Programas
O Governo Federal, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) do Ministério da Educação, tem hoje dois programas destinados ao transporte de estudantes, o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE) e o Caminho da Escola. O PNATE, instituído por lei federal de 2004, consiste na transferência automática de recursos financeiros, sem necessidade de convênio ou outro instrumento congênere, para custear despesas com reforma, seguros, licenciamento, impostos e taxas e manutenção de veículos utilizados para o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural. Serve, também, para o pagamento de serviços contratados junto a terceiros para o transporte escolar.
O Caminho da Escola oferece a concessão, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de linha de crédito especial para a aquisição, pelos estados e municípios, de ônibus, miniônibus e micro-ônibus zero quilômetro e de embarcações novas.
A partir de 2009, a SMEd começou a adotar, no Setor de Transporte Escolar, algumas medidas para garantir uma melhora na aplicação dos recursos públicos e na segurança de servidores e alunos. Em termos de economia, foi adotada uma planilha de custos para as contratações feitas por licitação, estipulando um valor máximo para o quilômetro rodados e um controle permanente da efetividade do transporte realizado, com o pagamento apenas da quilometragem efetiva.
Na segurança, o setor adotou um calendário mensal de vistoriais e acompanhamento dos veículos do transporte, cursos de aperfeiçoamento para os motoristas e consulta frequente da pontuação da CNH dos condutores, além de vistorias prévias, com base nas regras do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), antes da concorrência em processos licitatórios.
73% da conta do transporte de alunos é paga pelos municípios
Estudo divulgado pela FAMURS em 2013 mostra que os municípios gaúchos bancam 73% de todas as despesas do transporte escolar. O relatório aponta que 330 municípios gaúchos desembolsaram, em 2012, R$ 215 milhões, enquanto o governo estadual bancou apenas R$ 55 milhões, um déficit de R$ 65 milhões em relações aos $ 120 milhões que deveriam ser repassados, considerando que havia 110 mil alunos na rede estadual e que o custo médio por aluno é de R$ 1,1 mil por ano.
A monografia de pós-graduação em Gestão Pública Municipal da Universidade Federal de Santa Maria, defendida pelo servidor municipal José Antonio de Souza dos Santos em 2014, aponta que o gerenciamento do transporte escolar é processo contínuo, necessitando que o Município seja criterioso e exigente na fiscalização do transporte escolar. O estudo apresentado por José Antônio aponta que a grande extensão territorial do Município de Cachoeira do Sul – mais de 3,7 mil quilômetros quadrados) e a necessidade constante de manutenção das estradas do interior, onde a Prefeitura tem dificuldades para a manutenção e conservação de estradas e pontes, são fatores que dificultam a prestação do serviço em muitos momentos.
Motoristas relatam experiências
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Wilson atua no transporte escolar desde 2001
Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
Funcionário da Prefeitura há 16 anos, trabalhando no transporte escolar desde 2001 na SMEd, o motorista Wilson Cruz da Silva de 64 anos, dirige uma Mercedes Sprinter adquirida pela SMEd que leva estudantes para a EMEF Milton da Cruz e para três escolas estaduais, a EEEF Angelina Salzano Vieira da Cunha, EEEF Rio Jacuí e a EEEF Cândida Fortes Brandão.
Seu Wilson considera que a qualidade do transporte melhorou, mas que ainda são necessários alguns ajustes. Cita o caso da ausência de ar-condicionado em alguns carros e fala com saudosismo da Kombi, perua fabricada pela Volkswagen que saiu de linha em 2013, depois de 56 anos de produção. “Não tem veículo igual a kombi para as estrados do interior. Nos corredores onde existe mais barro, é um veículo bem mais resistente. Pena que terminaram”, lamenta o motorista. A SMEd ainda tem quatro Kombi na sua frota.
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Silvio mostra o micro-ônibus adaptado
Foto: José Luís Zasso/PMCS
Para o motorista Sílvio da Silva, de 45 anos, desde 1998 funcionário da Prefeitura, que tem 16 anos como concursado do transporte escolar na SMEd, pede uma maior atenção na manutenção dos veículos. Silvio dirige um micro-ônibus adaptado com quatro lugares para cadeirantes e outros 11 lugares para estudantes com outras necessidades especiais do Programa Caminho da Escola, do Governo Federal. “É bom trabalhar na SMEd, mas já estamos precisando de mais um micro-ônibus adaptado”. Os alunos transportados por Sílvio são do Município e do Estado.
Saiba Mais
A SMEd tem 11 veículos próprios:
- 4 Kombi
- 5 Micro-ônibus
- 2 Sprinter
O maior percurso é de 289 quilômetros, com dois veículos que percorrem as estradas do Barro Vermelho, Coxilha Bonito, Santa Bárbara, Passo do São Lourenço, Capão Alto e Varzinha para levar estudantes da EMEF Francisco de Souza Machado e Júlio de Castilhos
No mês de junho de 2015, foram investidos pela SMEd R$ 323.515,66 na compra de passagens e no transporte terceirizado de 1738 estudantes das redes municipal e estadual.
São 375 estudantes transportados por veículos próprios da SMEd, e só em junho de 2015 foram R$ 13.352,84 em combustível.
Concurso
No concurso público realizado em 2015 pela Prefeitura Municipal foram oferecidas sete vagas para motorista escolar na SMEd. O objetivo dessas vagas é substituir os motoristas contratados e no dia 24 de julho o prefeito Neiron Viegas já assinou a portaria nomeando os sete motoristas aprovados.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Cerimônia marca início das obras de construção do campus da UFSM em Cachoeira

http://cachoeiradosul.rs.gov.br/2015/07/cerimonia-marca-inicio-das-obras-de-construcao-do-campus-da-ufsm-em-cachoeira/




Por José Luís Zasso, com a colaboração de Patrícia Miranda
No calor fora de época e à sombra de uma timbaúva, provavelmente centenária, a comunidade de Cachoeira do Sul, servidores da Prefeitura e da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), gestores públicos e parlamentares acompanharam o lançamento da pedra fundamental do campus da UFSM em Cachoeira do Sul. O campus conta hoje com 20 servidores técnico-administrativos e 38 docentes, além de cinco cursos de graduação Engenharia de Transportes e Logística, Engenharia Agrícola, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Arquitetura e Urbanismo. Proposta inicial para Cachoeira era incompatível com as expectativas da comunidade, diz reitor
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Saudando a comunidade cachoeirense, o reitor Paulo Burmann falou do avanço na proposta para o campus de Cachoeira do Sul, inicialmente considerada pelo reitor aquém do necessário para Cachoeira do Sul. “Nós tínhamos uma proposta muito tímida, muito acanhada, incompatível com as expectativas e as necessidades de Cachoeira do Sul e da região, e da UFSM”. Burmann ressaltou a construção de uma gestão criativa e democrática, com diálogo e oportunidade que a UFSM busca fazer no campus de Cachoeira do Sul.
Neiron: Cachoeira nunca mais será a mesma
O prefeito Neiron Viegas, relembrou a série de articulações e de visitas em gabinetes de deputados e do Ministério da Educação para viabilizar o campus da UFSM em Cachoeira do Sul. Neiron, citou a articulação que teve em conjunto com o ex-prefeito Sérgio Ghignatti para viabilizar o campus, ainda no seu projeto original. Neiron ressaltou que na gestão do reitor Paulo Burmann a ideia de um campus da UFSM ganhou outro fôlego, projetando a criação de um centro de referência na área de tecnologia. “Tenho certeza que Cachoeira nunca mais será a mesma”, disse o prefeito, em relação a essa nova fase que se inicia com o campus da UFSM.
O deputado federal Paulo Pimenta e o diretor do campus de Cachoeira do Sul, José Mário Doleys Soares, também usaram da palavra. José Mário ressaltou a dedicação dos servidores do campus de Cachoeira e a parceria e colaboração entre a Universidade e a Prefeitura na implantação do campus. O deputado Pimenta lembrou que graças a uma política federal de expansão de oportunidades com a ampliação da rede pública de ensino federal, aliada a mobilização da comunidade de Cachoeira do Sul, foi possível tornar em realidade o sonho da UFSM na cidade.
Uma universidade na porta de casa
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Sentados a sombra de uma taquareira para se proteger o calor, o casal de aposentados Amilton da Silva Tallowitz, 61 anos e Amantina de Barros Porto, 77, acompanhavam atentos a solenidade que marca o início da construção do futuro campus da UFSM. Ela levou o seu banquinho e ele sentou-se em um pequeno barranco ao lado da esposa para assistir aos discursos que marcavam o início de um novo ciclo nas suas vidas. Morando a 1,2 quilômetros do campos, o casal vê no empreendimento uma chance de ver também a sua propriedade de um hectare ser valorizada. “Moro aqui a mais de 46 anos e isso aqui era só mato de eucalipto. Agora vamos ter uma universidade na porta de casa. Quem não quer ter uma universidade perto de casa”, brincou o aposentado.
Cursos e investimentos
Para o começo da primeira fase, com a construção de dois complexos de prédios, do Restaurante Universitário e da Casa do Estudante, estão previstos mais de R$ 121 milhões de reais. Com ingresso semestral via Sistema de Seleção Unificada (SiSU), a UFSM oferece na primeira fase de implantação os cursos de Engenharia de Transportes e Logística, Engenharia Agrícola, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Arquitetura e Urbanismo. Na segunda fase, prevista para iniciar em 2018, o campus terá também os cursos de Engenharia de Alimentos, Engenharia de Software e Tecnologia e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Minas. Ao final da implantação a UFSM deve contar com 4 mil estudantes em Cachoeira do Sul. O campus da UFSM será construído em uma área de 88 hectares comprada e cedida pela Prefeitura, na localidade de Passo d’Areia, no interior do município.

Três novas escolas de educação infantil em 2016

http://cachoeiradosul.rs.gov.br/2015/07/tres-novas-escolas-de-educacao-infantil-em-2016/


Texto e Fotos: Patrícia Miranda. Edição: José Luís Zasso – Sexta reportagem da Série “Educação – Um novo mundo é possível”
O ano de 2016 vai trazer um marco importante para a educação infantil em Cachoeira do Sul. Três novas escolas serão inauguradas para atender até 360 crianças com idade entre zero e cinco anos. As novas escolas são no âmbito do Próinfância e destinadas a atender parte da demanda reprimida do Município. O esforço se concentra em atender a Lei Federal 12.796/2013, que torna obrigatória a matrícula de crianças na Educação Básica os quatro anos de idade até 2016. A meta de Cachoeira do Sul com a construção das três novas escolas e a reforma e ampliação de pelo menos mais duas escolas durante o ano de 2015 é ampliar a oferta em 500 vagas na rede pública de ensino.
A Próinfância do Bairro Funcap é a que está com a obra mais adiantada atualmente, com 93,27% já executada. A previsão é de que até o início do mês de setembro o trabalho esteja concluído. O prédio terá 564,50m² com um investimento de R$ 808.742,58. Sua capacidade será para atender 60 crianças em turno integral ou 120 divididos em dois turnos. De acordo com a Andréa Porto, chefe do Centro de Planejamento (Ceplan) da Secretaria Municipal de Educação (SMEd), parte do mobiliário para esta escola e para as outras duas que estão sendo construídas já chegaram à Prefeitura. Entre eles estão poltronas de amamentação, cadeiras de alimentação, colchonetes, mesas, cadeiras e aparelhos de ar condicionado.
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Fachada da Próinfância do Bairro Funcap
Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
A Próinfância do Alto do Amorim está com 37,7% de seu trabalho concluído. Apesar de estar com um percentual menor de construção, o prazo para ela ser concluída é bem menor do que o da Próinfância do Funcap, e a previsão é de que ela esteja pronta no final do mês de setembro. Construída em um modelo diferenciado com painéis, ela já está em fase de cobertura. Cidades como Guaíba, Gramado, Novo Hamburgo e Canoas já possuem escolas neste modelo.
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Fachada da Próinfância do Alto do Amorim
Foto: Andréa Porto/SMEd-PMCS
A Proinfância da Morada da Volta é a única que está aguardando adequações técnicas. O retorno está previsto para este mês de agosto e término em fevereiro de 2016. Estas duas escolas também tem capacidade para atender 60 crianças em turno integral ou 120 divididos em dois turnos.
Andréa enfatiza que a Prefeitura de Cachoeira do Sul está em negociação constante com as empresas que prestam o serviço de construção das escolas e também atentos a qualidade dos serviços prestados. Ela ressalta que a fiscalização e vistoria das obras são feitas intensamente tanto pelo Ceplan quanto pelo engenheiro Mauro Camillo, responsável por acompanhar as obras. “Tudo isso é para garantir um trabalho de qualidade com ritmo e continuação. Queremos entregar estas obras para a comunidade com maior brevidade possível. Nossa equipe está focada neste objetivo”, garante Andréa.
Novas escolas precisam ser credenciadas antes da inauguração
Conforme a diretora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Lenise Furlan, depois de concluída a obra das novas escolas, elas entram em fase de cadastramento junto ao Conselho Municipal de Educação (CME) para credenciamento. Além da análise de regimento, os conselheiros precisam fazer uma vistoria no prédio para comprovar que ele atenderá as necessidades de uma escola de educação infantil e posterior autorização de funcionamento. Como é necessário fazer vistoria do prédio, o pedido de credenciamento pode ser feito apenas após o termino da obra.
Reforma e ampliação para garantir mais vagas
A Escola Municipal de Educação Infantil Sonho Meu, no Bairro Noêmia, está passando por uma reforma e ampliação para aumentar a sua capacidade de atendimento. Com recursos do Salário Educação, o investimento será R$ 344.695,86, serão ampliadas cinco salas de aula, construído quatro novos sanitários (dois masculino e dois femininos), dois sanitários para pessoas com deficiência, reforma da cozinha e refeitório. Hoje a escola atende a 67 crianças e passará a ter capacidade para 163 crianças com idade entre quatro meses a cinco anos, um aumento de 96 vagas.
Também está em processo licitatório a contratação da empresa que fará a adequação do prédio da Escola Municipal de Educação Infantil Favo de Mel, no Bairro Ponche Verde. Conforme a arquiteta Aline da Rosa, como o prédio antes abrigava uma residência, é preciso reorganizá-lo para atender as necessidades de uma escola. Este as mudanças está na redistribuição das salas, troca do forro e telhado e reforma de sanitários. O custo está estimado em R$ 262.213,23.
Adequação para atender os pequenos
Atender as crianças com idade entre 4 e 5 anos é uma das metas de Cachoeira do Sul para 2016. A adequação das turmas para atender ao público da Educação Infantil, deverá acontecem em todas as escolas de ensino fundamental e de Educação Infantil, levando-se em consideração o uso racional dos espaços e ampliação das salas.
A Secretária Municipal de Educação, Claudia Severo Vargas, ressalta que a escolha dos bairros para a instalação das três novas escolas ser deu após um estudo de demanda dos bairros sem atendimento educacional voltado às crianças de zero a cinco anos. “Foram meses de pesquisa para buscarmos a instalação das escolas em locais onde existisse demanda de crianças para preencher as vagas que vamos oferecer”, lembra a secretária.
As obras nas Escolas de Educação Infantil na rede municipal
- Escola Municipal de Educação Infantil Pró-Infância – Bairro Funcap: construção do prédio
Área: 564,50m²
Valor: R$ 808.742,58
Empresa: Prade e Bonilla, de Cachoeira do Sul
- Escola Municipal de Educação Infantil Pró-Infância – Morada da Volta: construção do prédio
Área: 564,50m²
Valor: R$ 795.563,29
Empresa: MVC Plásticos, de São José dos Pinhais
- Escola Municipal de Educação Infantil Pró-Infância – Alto do Amorim: construção do prédio
Área: 564,50m²
Valor: R$ 790.613,29
Empresa: MVC Plásticos, de São José dos Pinhais
- Escola Municipal de Educação Infantil Sonho Meu: reforma e ampliação
Área: 258,00m²
Valor: R$ 344.695,86
Empresa: Prade e Bonilla, de Cachoeira do Sul
– Escola Municipal de Educação Infantil Favo de Mel
Área: 322,95 m²
Valor: R$ 262.213,23
Empresa: em processo licitatório

terça-feira, 28 de julho de 2015

Concurso Público nº 001/2015

http://cachoeiradosul.rs.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/2015-012-Anexo-Relatorio-de-Classificacao-Final.pdf

http://www.objetivas.com.br/site/concurso/323/cachoeira-do-sul-2008-prefeitura-municipal/

Acompanhe aqui o Relatório de Classificação Final do Edital do Concurso N° 012/2015 - 14/07/2015.

Obras para melhorar a estrutura das escolas

http://cachoeiradosul.rs.gov.br/2015/07/obras-para-melhorar-a-estrutura-das-escolas/


Texto e Fotos: Patrícia Miranda. Edição: José Luís Zasso – Quinta reportagem da Série “Educação – Um novo mundo é possível”
Quando fizemos uma reforma para melhorar a casa, nossa autoestima aumenta e nos sentimos mais felizes. É isso também que acontece quando uma escola recebe melhorias: alunos, pais, professores e equipe diretiva também se sentem mais felizes. A rede municipal de Cachoeira do Sul está com pelo menos quatro grandes construções em andamento e mais diversas obras de menor porte, todas com o objetivo de garantir melhor infraestrutura para centenas de estudantes.
Parte da verba para as obras vem de recursos federais, mas em todas elas o Executivo Municipal precisa oferecer uma contrapartida. O maior investimento é a construção do novo prédio da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jenny Figueiredo Vieira da Cunha, na localidade de Forqueta, que está sendo feito pela empresa Construmix, de Cachoeira do Sul.
A nova escola substituirá o prédio atual, que é o único ainda em madeira da rede municipal, e terá 726.42m². O valor total será de R$ 1.159.041,12. A previsão é de que a nova escola esteja pronta nos primeiros meses de 2016. O diretor da Escola Jenny, José Valter de Deus Lima, lembra que a espera pelo novo prédio já tem mais de uma década, quando iniciou o processo de municipalização da escola que antes era da rede estadual de ensino. “Estamos vivendo um ano diferenciado. Sentimos que a autoestima de nossos 88 alunos está mais elevada e a expectativa para estudar no novo prédio é muito grande”, garante o diretor. A Escola Jenny tem 58 anos de atividade.
De acordo com a arquiteta Aline da Rosa, responsável pela fiscalização da obra da Escola Jenny, o projeto foi pensado para atender todas as necessidades da comunidade escolar com espaços amplos em modelo único no Município. “Ele foi adaptado pelo Departamento Técnico da Prefeitura para garantir que os alunos desfrutem da totalidade do ambiente escolar como um local de aprendizagem e convivência”, explica Aline. O prédio terá três blocos. O de serviço terá cozinha, refeitório, sanitários (inclusive adaptado), depósito e vestiário para funcionários. O pedagógico terá quatro salas de aula, labin e sala de leitura. O bloco administrativo terá sala de professores, direção, arquivo e almoxarifado. O conjunto tem ainda pátio central.
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Arquiteta Aline da Rosa da Escola Jenny acompanha a obra com o engenheiro Cláudio Vieira, da Construmix.
Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
Outra obra importante para a rede municipal é a construção da quadra da Escola Municipal Vargas, no Bairro Santa Helena. Esta será a primeira quadra esportiva coberta e com vestiário da rede municipal, com um investimento de R$ 720.352,22. As escolas Taufik Germano, no Passou do Moura e a Dinah Néri Pereira, no Bairro Noêmia, estão recebendo cobertura em suas quadras poliesportivas. O investimento em obras que atendam os alunos da rede municipal é considerado fundamental pelo Governo Municipal como forma de melhorar o acesso e a permanência na escola pelos estudantes.
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Cobertura da quadra da Escola Taufik Germano
Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
“Construindo novos prédios como o da Escola Jenny, estamos qualificando a infraestrutura de nossas escolas e permitindo que mais alunos ingressem na rede municipal. Somente lá poderemos oferecer até 290 vagas” destaca a Secretária Municipal de Educação, Claudia Severo Vargas. Já a cobertura e a construção de quadras esportivas busca não só a qualificação dos espaços mas também busca o incentivo ao esporte, motivando os estudantes para sintam interesse pelas diversas modalidade e estejam cada vez mais inseridos no ambiente escolar e longe das ruas, o que melhora consequentemente o seu desempenho escolar. O projeto arquitetônico da EMEF Jenny e das quadras esportivas foram enviados pelo Governo Federal através do FNDE, mas tem adaptações e fiscalização feitas pelo departamento técnico da Prefeitura.
Outras obras para melhorar os espaços
Além das obras de maior porte coordenadas pela Secretaria Municipal de Educação, outras escolas da rede também recebem constantemente reparos para manter o bom funcionamento das estruturas. Muitas obras acontecem em parceria entre a escola e a secretaria, onde a SMEd colabora com materiais e a comunidade escolar auxilia com a mão-de-obra.
Um dos exemplos é construção do piso de acesso à Escola Municipal Sagrado Coração de Jesus, no Piquiri, onde a comunidade escolar está fazendo o trabalho e a Secretaria colaborou com o cimento. O mesmo acontecerá em breve com a Escola Municipal Júlio de Castilhos, na localidade de Coxilha Bonita, onde a SMEd cederá as telhas e a comunidade fará a troca do telhado.
A Secretaria também possui uma equipe de pedreiros que atua em diversas escolas da rede. Atualmente o grupo está construindo um muro em torno da quadra poliesportiva da Escola Municipal Baltazar de Bem, no Bairro Marina. Além dos trabalhadores, a SMEd cedeu cimento e areia para a obra e a escola colaborou com a compra dos tijolos.
As obras na rede municipal
- Escola Municipal Jenny Figueiredo Vieira da Cunha: construção da nova escola.
Área: 726.42m²
Valor: R$ 1.159.041,12
- Empresa responsável: Construmix, de Cachoeira do Sul
- Escola Municipal Getúlio Vargas: Construção de uma quadra escolar coberta com vestiários
Área: 980,40m²
Valor: R$ 720.352,22
- Empresa responsável: Moldare Indústria e Comércio de Cimentos, de Lajeado
- Escola Municipal Taufik Germano – construção de cobertura da quadra
Área: 622,08m²
Valor: R$ 248.613,74
- Empresa responsável: CFV Obras Públicas, de Agudo
- Escola Municipal Dinah Néri Pereira: construção de uma quadra poliesportiva.
Área: 777,60m²
Valor: R$ 287.475,47
Empresa responsável: Thor Construções LTDA, de Cachoeira do Sul

Dinheiro na conta da escola

http://cachoeiradosul.rs.gov.br/2015/07/dinheiro-na-conta-da-escola/


Texto e Fotos: Patrícia Miranda. Edição: José Luís Zasso – Quarta reportagem da Série “Educação – Um novo mundo é possível”
Autonomia Financeira permite que escola e CPM definam as suas prioridades
Todos querem ter o seu próprio dinheiro e definir de acordo com as suas necessidades onde será investido o valor que se tem disponível. A tão buscada Autonomia Financeira foi conquistada pelas escolas da rede municipal de ensino de Cachoeira do Sul a partir do dia 31 de dezembro de 2009, através da Lei Municipal 3919. A partir dai, todas as escolas municipais de ensino fundamental e de educação infantil de Cachoeira do Sul passaram a receber repasse de recursos financeiros do Executivo Municipal, destinado à cobertura de despesas.
O termo “autonomia” significa capacidade de analisar e avaliar determinada situação, tomando decisões próprias a seu respeito. Mas mesmo tendo esta autonomia, a decisão de onde o valor será investido não é isolada das equipes diretivas. O Círculo de Pais e Mestres (CPM) precisa obrigatoriamente ser consultado para auxiliar e opinar na definição da aplicação do dinheiro. Nesse sentido, o CPM se torna um importante instrumento de participação da comunidade, e se torna aliado do gestor na construção da Autonomia Financeira da escola.
O repasse acontece mensalmente e o valor é calculado pelo número de alunos da cada escola com base no Censo Escolar do ano anterior. No ano de 2015, o orçamento da Secretaria Municipal de Educação (SMEd) que será repassado para as escolas através da Autonomia Financeira será de R$ 330.350.04, sendo R$ 90.993,96 as escolas de educação infantil e R$ 239.356,08 para as escolas de ensino fundamental. Além disso, cada uma recebe mensalmente R$ 200,00 para custear as despesas com Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI) e segurança dos prédios escolares.
Escolas precisavam buscar alternativas para custear despesas
O professor Paulo Fernando Alves de Souza, vice-diretor da Escola Municipal Alarico Ribeiro, no Alto do Amorim, lembra bem da época em que as escolas dependiam da Secretaria Municipal de Educação (SMEd) para comprar até mesmo um lápis. Ele conta que tudo que era necessário para dentro da escola até 2009 era preciso que fosse solicitado para a secretaria. Entre 2006 e 2009, quando as escolas começaram a caminhar rumo a autonomia, o repasse era de R$ 1,00 por aluno a cada três meses.
Na época, Paulo era diretor da escola e a atual diretora, Leoni Beatriz Ramos Nunes era vice. Eles contam que precisavam usar dinheiro da venda de lanches no bar, fazer ações entre amigos, festas e sair em busca de doações para manter as necessidades básicas da escola. “Precisávamos fazer isso. Fazíamos pedidos para a secretaria, mas às vezes levávamos três a quatro meses para sermos atendidos. Muita coisa não podia esperar”, justifica.
Leoni e Paulo com a geladeira  nova da Escola Alarico Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
Leoni e Paulo com a geladeira nova da Escola Alarico
Foto: Patrícia Miranda/SMEd-PMCS
Com a instituição da Autonomia Financeira, a situação das escolas teve um grande avanço. “Agora decidimos onde vamos aplicar o dinheiro que temos. É a própria escolas que elege suas prioridades e necessidades e aplica o dinheiro da melhor forma para atender a isso”, comemora Paulo. Leoni conta que praticamente todos os eletrodomésticos e utensílios da cozinha da Alarico Ribeiro foram substituídos graças a este recurso. “Compramos pratos, talheres, armários, geladeira e fogão com o dinheiro da Autonomia Financeira”, conta a diretora.
Gastos precisam ser previstos
Antes de gastar o dinheiro que chega através da Autonomia Financeira, as escolas precisam fazer um Plano de Aplicação, prevendo no que os valores serão gastos. Este documento precisa ser entregue na Secretaria Municipal de Educação a cada três meses. Cada compra precisa ter três orçamentos e a empresa vencedora com o menor preço precisa estar com os seus tributos municipais, estaduais e federais em dia. A prestação de contas do dinheiro também é feita a cada três meses os todos os gastos precisam ser comprados através de recibo ou nota fiscal.
Quando acontece algum fato fora do esperado em que a escola precisa aplicar o valor em outra compra, é necessário apresentar uma justificativa para isso, que deve ser aprovado também pelo CPM. Existem escolas que consultam também o seu Conselho Escolar antes de fazer as compras.
O valor destinado por aluno/mês
Até 25 alunos – R$ 209,34
De 26 a 50 alunos – R$ 272,13
De 51 a 100 alunos – R$ 322,71
101 alunos ou mais – R$ 3,08 por alunos
No que as escolas podem aplicar o dinheiro da Autonomia Financeira
- Manutenção, conservação e reparos da unidade escolar (pinturas, reposição de lâmpadas, vidros, fechaduras, portas e janelas, restauração elétrica e hidráulica)
- Aquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola (material de expediente, limpeza e higiene e cantina)
- Aquisição e manutenção de material permanente necessário ao bom funcionamento da escola (equipamento mobiliário)
- Pagamento de serviços prestados
- Aquisição de material de consumo necessário para o desenvolvimento de projetos culturais e esportivos
- Outros gastos pertinentes